| Informação - Internacional | | Terça, 07 Setembro 2010 10:00 | 
O presidente da Comissão Europeia apelou hoje para que os governos nacionais assegurem o respeito pelos direitos humanos contra o racismo e a xenofobia, mas evitou referências à França, muito criticada pelo repatriamento de pessoas de etnia cigana. “Os governos têm de respeitar os direitos humanos”, disse José Durão Barroso, acrescentando que “racismo e xenofobia não têm lugar na União Europeia”. José Manuel Durão Barroso fez esta declaração durante o discurso que proferiu sobre o estado da União no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, França, e onde fez um balanço do último ano e traçou as prioridades para os próximos meses. O Governo francês tem sido muito criticado pela decisão de expulsar este verão centenas de pessoas de etnia cigana para a Roménia e a Bulgária. O Parlamento Europeu vai debater hoje, da parte da tarde, a eventual violação das regras europeias sobre liberdade de circulação e direitos fundamentais e votará uma resolução sobre este assunto na quinta feira. | | Informação - Internacional | | Terça, 07 Setembro 2010 06:49 | 
A França vive hoje um dia de greve geral convocada pelos sindicatos em protesto contra a reforma do sistema de pensões apresentado por Nicolas Sarkozy, que hoje começa a ser discutida no parlamento francês. O adiamento da idade mínima da reforma, de 60 para 62 anos, é a principal medida do plano governamental e a mais contestada pelos sindicatos que hoje esperam dois milhões de pessoas nas manifestações previstas por todo o país. O presidente francês, Nicolas Sarkozy, quer que, a partir de julho de 2011, a idade mínima da reforma seja adiada quatro meses todos os anos para atingir os 62 anos em 2018, o que poupará aos cofres do Estado 18,6 mil milhões de euros por ano. O setor dos transportes deve ser um dos mais afetados pela greve geral de hoje, sendo esperado o cancelamento de três em cada cinco comboios de alta velocidade e de metade dos regionais, enquanto a Direcção-Geral da Aviação Civil recomendou às companhias o cancelamento de 25 por cento dos voos. Para os sindicatos, este dia vai servir para medirem forças com um executivo que tem a maioria suficiente para avançar com a reforma e que não parece disposto a renunciar, ainda que que esteja disposto a negociar alguns pontos da reforma, como cláusulas específicas para os trabalhos de especial dificuldade “Não vou ser mais um presidente a sair sem solucionar este assunto”, garantiu Sarkozy na sexta feira. (Lusa) | | Informação - Internacional | | Segunda, 06 Setembro 2010 15:06 | 
O Presidente francês Nicolas Sarkozy confirmou esta segunda-feira os seus planos para retirar a nacionalidade a franceses de origem estrangeira que atentem contra as forças policiais. Em simultâneo, o atual inquilino do Eliseu também confirmou a intenção de fazer aprovar legislação que permita expulsar os estrangeiros em situação irregular. Em comunicado, o Eliseu sugeriu que poderá ser retirada a nacionalidade, dez anos após ter sido adquirida, aos cidadãos de origem não francesa que atentem contra a vida dos agentes policiais. Sarkozy confirmou ainda a disposição de aplicar “o conjunto das decisões” que anunciou há cerca de um mês, na sequência de uma reunião com o primeiro ministro, François Fillon, e os responsáveis do governo pelas áreas da segurança e imigração. Entre essas medidas, inclui-se a expulsão imediata dos estrangeiros em situação irregular. (Lusa) | | Informação - Internacional | | Segunda, 06 Setembro 2010 10:05 | 
Pelo menos cinco soldados colombianos foram mortos e 17 ficaram feridos, no domingo, num ataque com explosivos contra uma coluna militar, atribuído pelo governador local às FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). Segundo informou telefonicamente o governador da província de Antioquia, Luis Alfredo Ramos, o ataque ocorreu no domingo, no município de El Bagre, 360 quilómetros a noroeste de Bogotá. O referido governador atribuiu o ataque às FARC, o principal grupo armado colombiano. Adiantou que os 17 feridos foram transportados para hospitais de Medellin, capital de Antioquia, tendo o exército seguido no encalço dos atacantes. No entanto, de acordo com o chefe da 11ª brigada do exército colombiano, coronel Juan Forero, o ataque foi obra de outro grupo armado, o Exército de Libertação Nacional (ELN). Os comandos das forças armadas e da polícia estiveram reunidos durante toda a tarde de domingo para analisar a situação da segurança no país. Três dezenas de militares ou polícias foram mortos na Colômbia nos últimos dias em ataques de grupos rebeldes. (Lusa) | |